segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Questionário (03/20)
3º) Qual é o nome do autor do período moderno que escreveu o livro de título " Mar Morto"?
Questionário (04/20)
4º ) Diga o nome do conflito armado que durou de 1864 até 1870, e que também influenciou a literatura brasileira?
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
O Modernismo - (segunda fase)
| Cecília Meireles |
| Carlos Drummond de Andrade |
| Rachel de Queiroz |
| Graciliano Ramos |
| Jorge de Lima |
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| José Lins do Rego |
| Érico Veríssimo |
| Murilo Mendes |
| Jorge Amado |
| Vinícius de Morais |
O primeiro romance representativo do regionalismo nordestino, que teve seu ponto de partida no Manifesto Regionalista de 1926 (este manifesto, elaborado pelo Centro Regionalista do Nordeste, procura desenvolver o sentimento de unidade do Nordeste dentro dos novos valores modernistas. Propõe trabalhar em prol dos interesses da região nos seus aspectos diversos - sociais, econômicos e Culturais) foi "A bagaceira", de José Américo de Almeida, publicado em 1928. Verdadeiro marco na estória literária do Brasil, sua importância deve-se mais à temática (a seca, os retirantes, o engenho), e ao caráter social do romance, do que aos valores estéticos.
Modernismo ( Primeira Fase)
O Modernismo - (primeira fase)
O período de 1922 a 1930 é o mais radical do movimento modernista, justamente em conseqüência da necessidade de definições e do rompimento de todas as estruturas do passado. Daí o caráter anárquico desta primeira fase modernista e seu forte sentido destruidor.
| Manuel Bandeira |
Ao mesmo tempo em que se procura o moderno, o original e o polêmico, o nacionalismo se manifesta em suas múltiplas facetas: uma volta às origens, à pesquisa das fontes quinhentistas, à procura de uma língua brasileira (a língua falada pelo povo nas ruas), às paródias, numa tentativa de repensar a história e a literatura brasileiras, e à valorização do índio verdadeiramente brasileiro. É o tempo dos manifestos nacionalistas do "Pau-Brasil" (o Manifesto do Pau-Brasil, escrito por Oswald de Andrade em 1924, propõe uma literatura extremamente vinculada à realidade brasileira) e da "Antropofagia"(01) dentro da linha comandada por Oswald de Andrade. Mas havia também os manifestos do Verde-Amarelismo e o do Grupo da Anta, que trazem a semente do nacionalismo fascista comandado por Plínio Salgado.
| Antônio Alcântara Machado |
| Cassiano Ricardo |
No final da década de 20, a postura nacionalista apresenta duas vertentes distintas: de um lado, um nacionalismo crítico, consciente, de denúncia da realidade brasileira e identificado politicamente com as esquerdas; de outro, o nacionalismo ufanista, utópico, exagerado, identificado com as correntes políticas de extrema direita.
Entre os principais nomes dessa primeira fase do Modernismo, que continuariam a produzir nas décadas seguintes, destacam-se Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, Antônio de Alcântara Machado, além de Menotti Del Chia, Cassiano Ricardo, Guilherme de Almeida e Plínio Salgado.
Semana de Arte Moderna
| Teatro Municipal de São Paulo |
| São Paulo da Década de 20 |
| Anita Malfatti |
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| Di Cavalcanti |
| Heitor Vila-Lobos |
| Menotti Del Picchia |
| Víctor Brecheret |
| Plínio Salgado |
| Mario de Andrade |
| Oswald de Andrade |
| Guilherme de Almeida |
| Rubens Borba de Moraes |
Muitos dos idealizadores do evento eram quatrocentões.
Pré-Modernismo
| Graça Aranha |
alguns preocupados com uma literatura política, e outros com propostas realmente inovadoras. É grande a lista dos auditores que pertenceram ao pré-Modernismo, mas, indiscutivelmente, merecem destaque: Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graça Aranha, Monteiro Lobato e Augusto dos Anjos.
Assim, pode-se dizer que essa escola começou em 1902, com a publicação de dois livros: "Os sertões", de Euclides da Cunha, e "Canaã", de Graça Aranha, e se estende até o ano de 1922, com a realização da Semana de Arte Moderna.
| Livro de Euclides da Cunha |
Esses escritores acabaram produzindo uma redescoberta do Brasil, mais próxima da realidade, e pavimentaram o caminho para o período literário seguinte, o Modernismo, iniciado em 1922, que acentuou de vez a ruptura com o que até então se conhecia como literatura brasileira.
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